one jacket, three looks

First look: the jacket with mom jeans, a red shirt (vintage) and Reebok. During my trips, I always choose comfortable and light cloths, where sneakers are essentials. (The story of this jacket is on my last post, so go check it out).

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Look 1: o blusão de pele, uns mom jeans, uma camisa vermelha (vintage) e os clássicos Reebok. Durante as viagens escolho sempre roupas confortáveis e leves, onde sapatilhas são essenciais. (A história deste blusão está no meu último post, vão lá espreitar).

Second Look: the jacket with mom jeans, a white t-shirt and black Converse. Another essential during trips: white basic t-shirts, I pack as much as I can.

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Look 2: o blusão de pele, uns mom jeans, uma t-shirt branca e Converse pretas. Outro requisito essencial, para mim, na hora de fazer a mala: t-shirts básicas brancas (levo comigo o máximo que consigo).

Third Look: the jacket with satin wide trousers, a satin shirt and Reebok. Another essential during trips: wide trousers, the most comfortable ones.

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Look 3: o blusão de pele, umas calças largas acetinadas, uma camisa acetinada e os clássicos Reebok. Outro requisito essencial, para mim, na hora de fazer a mala: calças largas, as mais confortáveis de todas!

T.

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second hand first

leather jacket: vintage | pants: vintage (mom’s) | sneakers: Reebok

I really like clothes. I think it’s pretty obvious for everyone. However, when I say I like clothes, I don’t want to say that I like to be constantly at the mall and that I like to buy constantly the latest trends. Nothing like that.

I, literally, like the clothes. I like the exclusivity of the pieces. I like the uniqueness and personality that a particular piece can reflect about the person who is wearing it. I like the act of creation, invention, imagination and risk. I like the balance between textures, colors, patterns and seasons. I like the feeling of trust, satisfaction and joy that a good outfit can transmit to me. I like comfort. I like simplicity and little effort. I like bargains and ‘finds’ (who doesn’t?). I like second chances. And it’s second chances that I’ve been giving lately.

Vintage and the second hand were never an unknown subject to me (for the simple fact that I always wore a lot of my mother’s old clothes). But lately I find an enthusiasm that I didn’t have. The last purchases I made were at Humana, a chain of second-hand clothing stores in Lisbon and Porto. My first purchases were an oversized brown blazer (1 €) and wide pants (1 €). The blazer looks brand new, it has no use marks. The trousers have a wide leg and a raised waist, with a beautiful blue sky, however they are size 44 (this may seem like a problem but it isn’t. This is easily solved, I just have to tighten them). Simply, I could not even resist that blue.

On other visits, I also bought a beige knit sweater (a bit wider, as I like); a linen coat; a peach-colored satin shirt; a blue-sky crossed knit sweater and lastly this camel leather jacket (which I am wearing in the photos). Beautiful to die for! It only cost me 6€ and it looks brand new, flawless and super stylish.

I feel that the addiction for second hand is real, for the simple fact that the surprise effect is always present. You never know what you can find, and this transmit an addictive enthusiasm that does not reach the feeling of any simple purchase in Zaras of this world.

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Eu gosto muito de roupa. Acho que não é novidade nenhuma para ninguém. No entanto, quando digo que gosto de roupa não quero com isto dizer que gosto de andar sempre metida no shopping e que gosto de comprar constantemente todas as últimas tendências, nada disso.

Eu gosto de roupa no mais puro sentido da palavra. Eu gosto da exclusividade das peças. Eu gosto da unicidade e personalidade que uma determinada peça consegue espelhar na pessoa que a está a usar. Eu gosto do ato de criação, da invenção, da imaginação e do risco. Eu gosto do balanceamento entre texturas, cores, padrões e épocas. Eu gosto do sentimento de confiança, satisfação e alegria que um bom outfit me consegue transmitir. Eu gosto do conforto. Eu gosto da simplicidade e do pouco esforço. Eu gosto de “pechinchas” e “achados” (quem não?). Eu gosto de segundas oportunidades. E são segundas oportunidades que mais tenho dado ultimamente.

O vintage e a segunda mão nunca foram um tema desconhecido para mim (pelo simples fato de que sempre vesti muita roupa antiga da minha mãe), mas ultimamente descobri em mim um entusiasmo que não tinha. As últimas compras que fiz foi na Humana, uma cadeia de lojas de roupa em segunda mão em Lisboa e no Porto. As minhas primeiras compras foram um blazer castanho oversized (1€) e umas calças largas (1€). O blazer aparenta ser novo, não tem nenhuma marca de uso. As calças são de perna larga e cintura subida, de um azul celeste simplesmente lindo, no entanto são o tamanho 44 (isto pode parecer um problema mas não é, isto resolve-se facilmente, é só apertar, não consegui mesmo foi resistir àquele azul).

Noutras idas à loja comprei também uma camisola de malha bege (um pouco larga, tal como eu gosto), um casaco de linho, uma camisa acetinada cor de pêssego, uma camisola de malha traçada azul celeste e por último este blusão de pele camel (que estou a usar nas fotos), lindo de morrer, que me custou 6€! Está novo, impecável e é super estiloso.

Sinto que o vício da segunda mão é real, pelo simples fato de que o efeito surpresa está sempre presente, nunca sabes o que podes encontrar, e isto transmite-me um entusiasmo viciante, que não chega aos calcanhares de qualquer simples compra nas Zaras deste mundo.

T.